Seu personagem acaba de chegar em uma cidade pantanosa e sombria. Ao olhar ao redor, seu olhar é recebido com barracos e cabanas. Cheira a madeira podre e musgo molhado. Eles se abaixam e entram em uma tenda esfarrapada, iluminada por uma série de velas suspensas no ar. Na parte de trás da tenda, uma velha bruxa levanta a cabeça, “O que o leva a esta cidade sombria? Ela começa, depois faz uma pausa para estudar o seu rosto—”Ah, itilits você. I’ve estava à sua espera. Senta-te,” ela gesticula em uma almofada, e, “Diga-me a sua história.”
((Como responde?))
— Vim em busca de respostas — começa, a voz firme, porém carregada de uma leve melancolia. — Minha vila foi tomada pelo inverno e pela fome, e desde então sinto que há algo maior me chamando. Ouvi rumores sobre esta cidade — um lugar onde segredos antigos se escondem entre o musgo e a sombra. Preciso entender o que está acontecendo, e talvez, encontrar meu propósito.
Ele baixa o olhar por um instante, como se lutasse contra um peso invisível.
— Também procuro proteger os que não podem se proteger. Se este lugar guarda perigos, quero estar pronto para enfrentá-los. Minha jornada só começou, e eu sei que aqui — entre estas tendas e velas — está o primeiro passo.
Théon ergue o olhar para a bruxa, aguardando sua resposta, pronto para ouvir o que ela tem a revelar.